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Esporte


Rei das Enterradas divide méritos no NBB-6 com elenco do Uberlândia
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Pela agressividade no ataque, a torcida do Uberlândia apelidou o ala/pivô Cipolini de "Monstro". No NBB-6, as atuações do jogador renderam outra alcunha: "Rei das Enterradas". Até o jogo com o Macaé, eram 26 na atual temporada. E os números apresentados pela Confederação Brasileira de Basketball (CBB) apontam que, até 11 de dezembro, atleta era o jogador com mais enterradas na história do NBB, com 195 cravadas. Apesar dos ótimos números, o ala/pivô faz questão de dividir o mérito com os companheiros de time, que segundo ele, são a razão para o bom desempenho.

- Temos muitas jogadas, treinamos bastante e isso tem nos ajudado nos dias dos jogos. Cada um tem seu talento, tem a sua posição e isso como um todo acaba ajudando o time. Nosso elenco tem vários atletas com capacidade e é por isso que temos uma grande equipe. E quando a marcação do adversário for boa, outro jogador vai acabar pontuando – falou.

Sobre os apelidos diferentes, que recebe como forma de carinho da torcida, Cipolini até estranha um pouco, mas os recebe com bom humor.

- Acho legais os apelidos. São pessoas que gostam do basquete, é algo carinhoso. Apesar dos nomes, eu só tenho a acatar o apelido, e gosto. Dentro de quadra tento fazer o meu melhor, os apelidos deixo para os fãs – comentou.

também de longe

Outra estatística que chama a atenção no atual momento de Cipolini está relacionada aos arremessos de dois pontos. Ele tem a segunda melhor média, e converte quase sete lances por partida. O número só é inferior ao do pivô do Franca, Paulão Prestes. E mesmo assim, novamente o coletivo é a estrela maior. Isso porque caso Cipolini não esteja em um dia inspirado, outros dois atletas também podem ajudar: o ala Robert Day e o armador Valtinho.

O norte-americano tem o segundo melhor aproveitamento nos arremessos de três pontos. Contra o Macaé, o time de Uberlândia fez 18 cestas de três, e Day foi responsável por sete delas. A média é de quase quatro bolas por jogo. Já Valtinho soma, só no NBB-6, 118 assistências em 15 jogos disputados.

- Sempre gostei de dar passes, tenho facilidade. Esse ano está sendo bom, o grupo também tem contribuído, porque a maioria dos atletas jogam junto há muito tempo. Como armador, esse é meu grande momento, quando consigo dar passes inesperados – falou o armador, de 36 anos.
 
 
 
 
 
Fonte: Globo Esporte

 

 

 

 

 


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