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Esporte


Oscar dá nome ao troféu de cestinha do NBB, e Shamell conquista o prêmio
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A partir de agora, todo jogador que terminar o NBB como o maior cestinha da competição vai receber o Troféu Oscar Schmidt. A iniciativa é uma homenagem da Liga Nacional de Basquete (LNB) ao ex-atleta que, para muitos, é o maior jogador brasileiro de basquete de todos os tempos. O primeiro a receber tal prêmio vai ser o ala americano Shamell, do Pinheiros, que encerrou a temporada 2013/14 com uma imbatível média de 20,77 pontos por partida (35). Logo atrás, com apenas oito jogos disputados, ficou Leandrinho, ex-Pinheiros e hoje no Phoenix Suns da NBA, com 20,75. Na terceira colocação, Taboada, do Goiânia, com média de 20,74 pontos em 23 jogos.
 
O veterano de 33 anos ganhará o troféu das mãos do próprio Mão Santa durante o intervalo da final em jogo único entre Flamengo e Paulistano, neste sábado, a partir das 10h10, na Arena da Barra, no Rio de Janeiro. A partida vai ter transmissão ao vivo da TV Globo e em Tempo Real com vídeos pelo GloboEsporte.com.
 
– As conquistar individuais são importantes, mas eu gostaria de ter levado o Pinheiros mais longe nos playoffs. Paramos nas quartas de final (eliminado pelo Mogi) e poderíamos ter ido mais longe. Mas fico feliz com o prêmio, ainda mais sabendo que ele vai receber o nome do Oscar Schmidt, o melhor jogador da história do Brasil e um dos melhores do mundo – afirmou Shamell, que não corre o risco de ser superado pelos atletas de Flamengo e Paulistano, que disputam a decisão do NBB.
 
Para Oscar, jogador que mais pontos fez na história do basquete mundial, o troféu está em ótimas mãos:
 
- O Shamell é um fenômeno, joga muito. Os jogadores estão muito bem representados com ele como cestinha. Ele não é brasileiro, mas joga aqui há muito tempo, arremessa muito bem. E, para mim, é muito legal ser lembrado com um nome de um troféu tão importante. - comentou o Mão Santa. 
 
Há dez temporadas no basquete brasileiro, Shamell já escolheu para quem vai torcer no sábado. Com uma passagem marcante pelo Paulistano, ele escolheu o clube da capital paulista. Também pesou para a sua escolha o fato de o Pinheiros ter sido derrotado pelo Flamengo na decisão da Liga das Américas, em março deste ano, no Maracanãzinho. O revés custou a participação no Mundial de Clubes.
 
– Eu vou torcer para o Paulistano ganhar e acabar com essa supremacia do Flamengo e do Brasília no NBB. Só eles foram campeões (três títulos do Brasília e dois do Fla). Mas para o Paulistano ganhar, ele vai precisar fazer um jogo perfeito, porque o Flamengo tem um time muito forte e jogadores muitos perigosos.
 
Sem contrato após o Pinheiros encerrar a sua participação no NBB, Shamell estuda renovar o seu vínculo. Porém, o americano afirmou ter propostas de outros três times brasileiros que disputam o NBB, além de duas ofertas do basquete porto-riquenho e uma da Venezuela.
 
– Eu estou em fase de negociação. Estou falando com o Pinheiros e outras equipes brasileiras, que eu não posso revelar. As ofertas de fora do Brasil são boas, mas eu estou pensando em continuar no Brasil, porque eu gosto muito do país e da minha vida aqui – explicou o ala.
 
 
 
 
 
 
Fonte: Globo Esporte

 

 

 

 

 


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