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Esporte


Esportes olímpicos terão 25 mundiais nos próximos cinco meses: confira lista
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Se o brasileiro não conseguiu comemorar o título da Copa do Mundo de futebol, dentro de casa, ainda tem a chance de vibrar com conquistas importantes nos esportes olímpicos em 2014. Nos próximos cinco meses, serão 25 campeonatos mundiais em disputa, das mais variadas modalidades. Algumas dessas competições já começam a distribuir vagas para as Olimpíadas do Rio de Janeiro, em 2016.
 
A maratona começa nesta terça-feira, com o de Esgrima, na Rússia. Uma modalidade em que o Brasil não tem muita tradição, mas leva na bagagem uma expectativa de bom resultado com Renzo Agresta, 15º colocado no ranking mundial e campeão pan-americano do ano passado. Além dele, outros 20 brasileiros estarão em Kazan.
 
Serão mais de duas dezenas de competições, nenhuma realizada no Brasil. Na lista, 25 mundiais espalhados por três continentes. Só a Espanha será sede de quatro grandes competições nos próximos meses: os mundiais de tiro esportivo, vela, basquete masculino e ciclismo. Marcus Vinícius Freire, Superintendente do Comitê Olímpico Brasileiro (COB), explica que os objetivos estão voltados para o desempenho nos Jogos Rio 2016:
 
- A decisão de se candidatar a sediar um mundial é de cada Confederação. A recomendação do COB para este ciclo olímpico é de que as confederações centralizem seus investimentos na preparação dos atletas para os Jogos Olímpicos - comentou o Superintendente.
 
O ano passado foi histórico para o esporte brasileiro: 27 medalhas em campeonatos mundiais, oito delas de ouro. Destaque para o inédito título do handebol feminino, a dobradinha Poliana Okimoto e Ana Marcela Cunha na maratona aquática e o primeiro ouro da história do judô feminino brasileiro em mundiais, com Rafaela Silva. Marcus Vinícius explica ainda que o objetivo está em 2016: 
 
- Não estabelecemos uma meta de medalhas para o ano, mas teremos como base de comparação os segundos anos dos ciclos olímpicos passados (2010, 2006, 2002, etc). Porém, as diferenças de calendário entre os eventos previstos nos últimos 4, 8 e 12 anos não permite um comparação de forma objetiva entre os anos. Esperamos continuar evoluindo, sabendo que cada modalidade tem um objetivo específico neste ano e, para isso, daremos todo o suporte para que alcancem suas metas - disse o dirigente.
 
Principal fonte de medalhas dos últimos anos, o vôlei terá um "aquecimento" antes do Mundial. A fase final da Liga Mundial (masculino) começa nesta quarta, enquanto dentro de alguns dias se inicia o Grand Prix (feminino). Em 2014, a principal competição é o Campeonato Mundial, na qual os homens buscam o quarto título seguido. Já as mulheres vão atrás de uma medalha de ouro inédita. Depois de dois vices seguidos, as bicampeãs olímpicas tentam conquistar o Mundial a partir do dia 23 de setembro, na Itália, sem contar com a líbero Fabi, que anunciou que não defende mais a seleção. 
 
O judô tem uma responsabilidade grande no Mundial da Rússia, de 25 a 31 de agosto: repetir as sete medalhas conquistas no ano passado, entre elas o ouro de Rafaela Silva, quando a competição foi realizada no Rio de Janeiro. Carro-chefe de pódios do Brasil em Olimpíadas, a modalidade quer manter a média de medalhas nas principais competições para chegar forte em 2016.
 
- Trabalhamos para igualar o resultado de 2013, mas acreditemos que temos potencial para ainda mais medalhas, não me surpreenderia. Estamos colhendo frutos a curto prazo, no Mundial deste ano, médio prazo, para 2015, e principalmente a longo prazo, com olhos nas Olimpíadas - disse o coordenador da seleção brasileira Ney Wilson.
 
Se o judô brasileiro e o pódio andam de mãos dadas há décadas, a seleção masculina de basquete tem um objetivo mais modesto: quer apagar o vexame do ano passado, quando perdeu os quatro jogos da Copa América e só se classificou para o Mundial da Espanha por conta de um convite da Federação Internacional de Basquete (Fiba). A competição tem início no dia 30 de agosto, e o Brasil está no Grupo A, ao lado de Espanha, França, Sérvia, Egito e Irã. Já a equipe feminina entra em quadra de 27 de setembro a 5 de outubro, na Turquia. O Brasil está no Grupo A, com República Tcheca, Espanha e Japão. 
vôlei Brasil Itália liga mundial (Foto: FIVB)
 
 
 
 
 
Fonte: Globo Esporte

 

 

 

 

 


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