Faça sua Pesquisa Personalizada, coloque o que procura no Site dê enter ou clique em Pesquisar.
Esporte


Mike Coots: A vida pelos tubarões
A-vida-pelos-tubaroes
“O tubarão pegou a minha perna como um cão faz com um pouco de carne”. Esta foi uma das formas que o havaiano Mike Coots encontrou para explicar o acidente que aconteceu há 16 anos em Kauai, Hawaii. Hoje, com 34, ele lidera uma campanha ativista para salvar tubarões, além de continuar surfando com uma prótese de perna e produzir fotos para publicações em veículos como The Wall Street Journal e do Discovery Channel.

 

Sua principal luta como embaixador da Pew Environment Group é tentar mudar a legislação para proibir a prática do “finning”, em que os pescadores removem as barbatanas do tubarão antes de o animal ser jogado vivo no oceano. “Sem suas barbatanas, os tubarões são incapazes de se mover de forma natural e acabam sufocados ou viram alvo de outros predadores”, conta Coots.

 

Coots também disse que é contra o abate legal de tubarões em Western Australia, anunciado pelo governo do Premier Colin Barnett, no final do ano passado, depois de sete ataques fatais de tubarão em águas do oeste australiano.

 

O havaiano percebe que as pessoas pensam que é estranho um sobrevivente de um ataque de tubarão passar a fazer campanha para salvar os animais. "São apenas tubarões. Talvez eu teria mais ressentimento se fosse apenas algo estúpido que eu fiz ou algo estúpido que alguém fez, mas isso é apenas o que os tubarões fazem", ressalta Coots.

 

Ainda sobre o plano de abate a tubarões na Austrália, Cootz explica que os pescadores profissionais seriam pagos para pegar com tiro ou isca grandes tubarões em grandes ganchos dentro das zonas designadas para matar, aproximadamente um quilômetro da costa.

 

Ele conta que foi acompanhar o debate na Austrália. “Eu e a maioria das pessoas discordamos do abate de tubarão. Eu acho que é uma total reação instintiva. Eu realmente acho que em vez de configurar esses ganchos e sair e fotografar os tubarões, eles devem etiquetar os tubarões. As espécies são muito antigas e nós sabemos muito pouco sobre elas”, explica.

 

Apenas dois meses depois de ter sido atacado pelo tubarão-tigre em 1997, Coots disse que chegou a voltar à água na mesma praia. "Foi basicamente no ponto exato. Não foi para relembrar da cena, mas porque as ondas estavam bem naquele ponto, então, quando percebi, estava bem ali", disse ele.

 

"O mar é parte da minha vida e o momento mais difícil do ataque foi estar fora da água, enquanto os grampos e pontos cicatrizavam”, conclui.
 
 
 
 
 
 
 
Fonte: Waves

 

 

 

 

 


Mais esportes
01-08-2014 - De férias em Las Vegas, Özil tieta Derrick Rose e Kevin Durant nos EUA
01-08-2014 - Perfil Magnano: agitado, exigente e atencioso com os armadores reservas
01-08-2014 - Com público e cestinhas tímidos, Brasil vence Angola em teste no Rio
01-08-2014 - Fã de Valtinho, Rafinha comemora acerto com São José: Time de nome
01-08-2014 - Com Ginobili fora e Scola em casa, Argentina inicia preparação no Brasil
01-08-2014 - Sem LeBron, EUA iniciam preparação contra jovem selecionado americano
01-08-2014 - Hyundai prepara rival para o Nissan Juke, mas não será o ix25
01-08-2014 - Pasmem: 40% das vendas do grupo BMW devem vir de modelos com tração dianteira
01-08-2014 - MV Agusta F3 800 chega ao Brasil custando R$ 56.000
01-08-2014 - GM lança minivan Baojun 730 para os chineses