Quando pensava se valia a pena ter uma nova plataforma de tração dianteira, a Daimler chegou a estudar parcerias com Volkswagen, BMW e Fiat para um futuro desenvolvimento nesse sentido. A Mercedes-Benz queria saber se realmente seria viável investir nisso.
Quando descobriu-se que os resultados seriam marginais, a Daimler decidiu partir sozinha para o desenvolvimento da MFA. No entanto, a base agora servirá também para a parceria Infiniti, que terá no Q30 o primeiro produto da plataforma fora da Mercedes-Benz.
A redução de custos se tornou algo prioritário para os fabricantes de automóveis, mesmo os do segmento premium. Compartilhamento de plataformas e investimentos em bases de tração dianteira são uma saída para ampliar os lucros e as vendas, pois com preços mais competitivos custos menores, estas marcas captam novos clientes, que um dia desejarão os modelos maiores e mais caros.
Fonte: Notícias Automotivas