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Esporte


Atlético-MG responde às provocações em campo e vence Lanús na Recopa
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 Se os brasileiros vêm sendo motivos de gozação para os argentinos por conta da goleada histórica sofrida na Copa do Mundo para a Alemanha por 7 a 1, pelo menos uma parte deles não terá boa lembrança. A torcida do Lanús vai dormir tentando esquecer a passagem do Atlético-MG pela Argentina, nesta quarta-feira, pela Recopa Sul-Americana. A vitória alvinegra por 1 a 0, no estádio La Fortaleza, foi um balde de água fria sobre os hermanos, que sonhavam manter o bom momento do futebol argentino com a conquista do vice-campeonato mundial. Nem mesmo as provocações nas arquibancadas intimidaram o time alvinegro, que dominou a partida.

 Depois de 17 anos, o estádio do Lanús não foi capaz mais uma vez de intimidar e parar a força do Atlético-MG. Se na decisão da extinta Taça Conmebol, em 1997, o Galo fez 4 a 1 fora de casa em cima do mesmo adversário, o placar mínimo feito na decisão da Recopa de 2014 dá direito ao time de Levir Culpi de empatar no Mineirão, no próximo dia 23, para se sagrar campeão da competição, que reúne os campeões da Copa Sul-Americana e da Libertadores do ano passado. Diego Tardelli fez o gol da vitória nesta quarta-feira.

 Domínio

Ainda no clima da rivalidade entre Brasil e Argentina com o término da Copa do Mundo, o Atlético-MG entrou em campo e se deparou com uma faixa da torcida argentina com os dizeres "Proibido esquecer: 7 a 1, vergonha", em referência ao vexame da Seleção diante da Alemanha no Mundial.

Esquecidas as provocações das arquibancadas, o Atlético-MG começou melhor e, mesmo na casa do adversário, tomou a iniciativa do jogo. Maicosuel e Diego Tardelli demonstravam ímpeto e se movimentavam bastante. O recém-chegado parou no goleiro Marchesín em chute de fora da área. Ronaldinho Gaúcho teve o mesmo destino, porém perdeu a chance de dentro da área.

Aos poucos, o Lanús foi acertando a marcação e conseguindo sair para o ataque. Levou perigo em duas cabeçadas, de González e Santiago Silva, mas ambas passaram sobre o gol de Victor. O primeiro tempo foi equilibrado, e a sensação era de que se o Galo tivesse caprichado mais poderia ter ido para o vestiário com vantagem no placar.

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Ronaldinho Gaúcho e André, além de Emerson Conceição, eram os que mais destoavam da equipe. Mas os dois primeiros foram os escolhidos pelo técnico Levir Culpi para deixar a partida no intervalo. Guilherme e o selecionável Jô ganharam oportunidade e foram protagonistas da melhor chance do Galo até os primeiros 15 minutos do segundo tempo. O atacante da Seleção tocou por cima do gol após bom lançamento do companheiro.

 Mas o capricho veio com Tardelli. Não só pelo chapeu que aplicou em González, mas quando Jô e Guilherme trocaram passes pela esquerda e deixaram o camisa 9 em condições de finalizar de perna esquerda para abrir o placar.

E poderia ter havido mais. As alterações de Levir surtiram efeito e o que se viu foi um Atlético-MG mais veloz no ataque, se dando ao luxo de desperdiçar chances. Em uma delas, Jô recebeu cara a cara com Marchesín, mas tocou em cima do goleiro argentino. Mas a vitória e a vantagem dos brasileiros já estavam asseguradas.
 
 
 
 
Fonte: Globo Esporte

 

 

 

 

 


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