O time do Praia Clube já está classificado para as quartas de final da Superliga Feminina de Vôlei. Restando um jogo apenas para o término da primeira fase, as mineiras se preparam nos treinamentos e jogos para encarar o Sesi-SP, atual quarto colocado. E para enfrentar a equipe paulista, ou qualquer que seja o adversário na fase de playoffs, é necessário que o grupo melhore alguns aspectos.
Para a atacante Mari, o entrosamento com a levantadora Juliana Carrijo é fundamento que pode ser melhorado.
– Fizemos uma partida contra o São Bernardo de muito erro no entrosamento com o levantamento, nem tudo está saindo como a gente quer. Juliana e eu estamos correndo atrás do prejuízo, voltei depois da metade do campeonato. Realmente o nosso maior desafio é a corrida contra o tempo – falou.
Com o troféu Viva Vôlei, oriundo da partida contra o São Bernardo, a líbero Tássia também fez suas ponderações.
– Nosso time precisa melhorar psicologicamente, não dá para cair no ritmo da outra equipe. Se a gente quiser se dar bem nas quartas de final, isso precisa ser melhorado – disse.
Já o técnico Spencer Lee, reconheceu que a parte coletiva do Praia é ponto que deve ser explorado.
– Preciso trabalhar a coletividade. Foram raros os momentos onde tive o time para treinar completo. Isso me preocupa muito, mas estamos superando isso durante nossa trajetória, e não será diferente na sequência, porque queremos chegar ao nosso objetivo que é ficar entre os quatro melhores clubes do campeonato – afirmou.
O próximo jogo do Praia é contra o Maranhão, fora de casa, às 21h30. O clube está na quinta posição, com 46 pontos ganhos. A atacante Herrera e Camila Torquete continuam sendo poupadas. As atletas reclamam de dores no joelho. A situação mais delicada é de Herrera, que não jogou nas últimas partidas, e diante do São Bernardo ficou no banco de reservas.Porém, no aquecimento, ela não saltou, e também não foi utilizada por Spencer Lee.

Fonte: Globo Esporte