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Volta Rápida: Geely EC7 traz design e segurança para não ser “mais um chinês”
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Ao ver o sedã destas fotos, você pode estar pensando: “Xiii, lá vem mais um daqueles chineses querendo vender carro no Brasil”. Bom, a Geely tem alguns diferenciais que merecem ser mencionados. Marca em ascensão, a empresa iniciou as atividades no ramo automotivo apenas em 1997, mas desde então já incorporou a Volvo Cars, a Manganese Bronze (fabricante dos táxis de Londres) e a australiana DSI (uma das maiores fabricantes mundiais de transmissões automáticas). Além disso, a chinesa chega ao Brasil nas mãos de um importador forte, o Grupo Gandini, que também representa a coreana Kia. Mas será que a Geely está acima das conterrâneas? É o que fomos investigar ao dirigir o EC7, primeiro carro da empresa a chegar ao Brasil e que estará nas lojas em março.
O que é?

Trata-se de um sedã médio com dianteira imponente e traseira equilibrada, que traz até lanternas com LED’s – algo raro no segmento. Entre os detalhes estão retrovisores com repetidores integrados, maçanetas cromadas e rodas de liga-leve aro 16″. De um modo geral, o design é clássico e conservador, mas apresenta equilíbrio nas formas, algo apreciado por quem procura um carro desse segmento. Só não precisava deste logotipo imitando o da Cadillac, não é, Geely?

Bem equipado, o EC7 será vendido em pacote único que inclui os seguintes itens: freios ABS com discos nas quatro rodas, airbag duplo, ar-condicionado automático, bancos de couro, sensor de estacionamento traseiro, fixação ISOFIX para assentos infantis, conjunto elétrico e computador de bordo. Este último, porém, é tanto limitado ao não informar nem os dados de consumo.

Se por fora o visual não compromete, por dentro as coisas são um pouco diferentes. Para um carro lançado em 2009, o interior do EC7 já está datado. O cluster conta com dois instrumentos circulares e um display oval que mostra as informações do nível de combustível e temperatura do motor. Logo abaixo ficam o hodômetro e o computador de bordo.

Plásticos rígidos estão presentes no painel, bem como na parte inferior das portas – embora estas tenham aspecto um pouco melhor devido aos apliques na parte superior. Por outro lado, o console traz aplique em black piano, o volante ajusta em altura e o banco traseiro possui apoio de braço com porta-copos. Os bancos trazem revestimento de couro sintético. Entre qualidades e defeitos, ainda não dá para esquecer que estamos num carro chinês – para o bem e para o mal.

Medindo 4,64 metros de comprimento, 1,79 m de largura, 1,47 m de altura e com 2,65 m de entre-eixos, o EC7 exibe espaço interno de sobra. Mesmo no banco traseiro dá para esticar as pernas sem problemas, fazendo jus ao status de sedã médio. A marca ressalta ainda que o porta-malas leva impressionantes 670 litros, o que nos parece uma falha na divulgação do sistema de medição. Pouco tempo atrás, Peugeot e Citroën divulgavam o volume do compartimento em litros de água, e não no método VDA com blocos de 1 litro usado no Brasil. Por isso, suspeitamos que o porta-malas do Geely seja um tanto menor, ainda que claramente espaçoso.
 
 
 
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Fonte: Car Place

 

 

 

 

 


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