Faça sua Pesquisa Personalizada, coloque o que procura no Site dê enter ou clique em Pesquisar.
Esporte


Popó diz que boxe pode rivalizar com MMA e não topa revanche com Barrios
Popo-diz-que-boxe-pode-rivalizar-com-MMA-e-nao-topa-revanche-com-Barrios
Acelino Popó Freitas fez o brasileiro dormir mais tarde. Viu o boxe nacional fazer o torcedor acordar de madrugada para acompanhar suas lutas. Como Éder Jofre e Maguila, manteve uma tradição de pugilistas. Após sua aposentadoria, porém, a modalidade perdeu espaço. Sem grandes destaques no boxe profissional, o Brasil foi colocado de lado no cenário internacional do esporte. A mudança, Popó espera, pode começar neste sábado, quando Yamaguchi Falcão estreia no profissional contra o argentino Martin “El Terrible” Rios, na Arena Santos, às 23h30m. Tetracampeão mundial em quatro categorias de peso diferentes, o ex-boxeador acredita que o “Touro Jr” tem tudo para recolocar o boxe em destaque, espaço que ele confessa, foi perdido para o MMA.

- Nossa expectativa é essa, de levantar o boxe brasileiro. Muita gente fala que o MMA apagou o boxe brasileiro, mas não é isso. É porque o boxe não tem nenhum campeão brasileiro. E no UFC o Brasil tinha quatro, e agora tem dois, com Renan Barão e o José Aldo. Então, o esporte está em alta porque não tem nenhum campeão no boxe. Por isso que o UFC está em alta. É um medalhista que tivemos depois de 44 anos. O boxe só tem a crescer. O Yamaguchi precisa fazer o trabalho dele – garante Popó.

Para o boxeador, a premissa de que o brasileiro torce pelo campeão e não só pelo esporte, existe, mas ele acredita que o boxe ainda tem um diferencial que pode ser revivido por Yamaguchi e seu irmão Esquiva Falcão, que também assinou contrato, mas com a Top Rank, e estreia em fevereiro: as histórias de vida.

- O boxe tem um diferencial. No meu caso, quando lutava, além do carisma, tinha o cara que nocauteava, que batia. E tinha o diferencial da família, do feijão (que a mãe o alimentava), aquela coisa toda. E em outros casos, como na F-1, você tinha o carisma do Senna, por exemplo. E outros esportes realmente foi assim, como o tênis. O futebol é coletivo, são 11, mas às vezes se destaca só um, como o Neymar fez no Santos. Temos talento no boxe desde 1950. Tivemos medalha com o Servílio na década de 1960. O boxe é um esporte tradicional – frisa o Deputado Federal pela Bahia.

Aposentado, Popó, de 38 anos, gostaria de voltar aos ringues para enfrentar o boxeador filipino Manny Pacquiao. Com o pedido negado, não pensa em voltar mais, mesmo com um dos seus rivais mais épicos pedindo uma revanche. O argentino Jorge Rodrigo Barrios, que perdeu para Popó os cinturões do Superpena da WBO e WBA, em 2003, numa luta cheia de reviravoltas, quer uma nova chance contra o brasileiro. Ele, porém, não topa.

- Por enquanto estou comendo e engordando. O desafio que eu fiz para o Pacquiao não foi topado. E nem por dinheiro, porque o boxe me deu uma boa condição. Quando lutava não tive chance de desafiar esse pessoal, e agora que tive, não aceitaram. O Barrios está tentando algo, mas acho que não me interessa, não tem um por que. Ele está atrás de dinheiro, de mídia, não tem porque lutar com ele – finaliza Popó.
 
Irineu Beato x  Daniel Sanabria pesagem boxe (Foto: Thierry Gozzer)
 
 
 
 
 
 
 
Fonte: Globo Esporte

 

 

 

 

 


Mais esportes
17-01-2014 - Honda começa produção da minivan Mobilio na Indonésia
17-01-2014 - Hyundai oficializa chegada do novo i30 1.8 com preços entre R$ 71,9 mil e R$ 92 mil
17-01-2014 - Que tal um Cruze com motor 1.6 Ecotec Turbo de 200 cv do Astra GTC?
17-01-2014 - Teste CARPLACE: Audi RS6 e Ducati Streetfighter 848 – dinheiro traz velocidade
17-01-2014 - Com card cheio, Jungle Fight passa duas lutas para Pink Fight de sábado
17-01-2014 - Com mandíbula quebrada, Brunson é suspenso por tempo indeterminado
17-01-2014 - Curtinhas: Ronny Markes e Thiago Marreta se enfrentam no UFC Natal
17-01-2014 - Técnico espera retorno de Cigano em maio ou junho e mira Overeem
17-01-2014 - Donald Cerrone: Não tenho a menor ideia de quem seja Adriano Martins
17-01-2014 - À la Ronda Rousey, piauiense dribla resistência dos pais e estreia no MMA