Apesar de ter ampliado a vantagem contra o Vitória da Conquista, nas semifinais do Campeonato Baiano, o Rubro-Negro da capital terá problemas para entrar em campo. Nesta sexta-feira, três titulares ficaram sob tutela do Departamento Médico: Marquinhos, Dinei e Juan não participaram do treino. A situação mais preocupante é a do camisa 9. O técnico Ney Franco lamentou os problemas, mas disse que já tem as opções para começar jogando diante do Bode. O treinador vai aguardar o trio até este sábado. Segundo ele, quem participar do treinamento será aproveitado.
- Essa partida será o primeiro jogo do ano em que a gente tem tantos problema. Além do Zé Welison e do Luiz Gustavo, que já estavam foram, a tendência da não utilização do Dinei é grande. O Marquinhos vai passar por uma avaliação amanhã, assim como o Juan. Optamos por faze um trabalho de recuperação nesta sexta e no sábado faremos um trabalho tático. Quem participar desta atividade vai para o jogo. Fixamos na espera do Marquinhos e do Juan, já que nos foi passado que a possibilidade de contar com o Juan é baixa. Eu já tenho as opções de quem pode substituir os ausentes, mas não tenho como adiantar – disse o treinador.
Além dos problemas médicos, Ney pode fazer outras mudanças no time. O volante Lucas Zen pode perder a vaga no time para Marcelo. No entanto, Ney diz que ainda há uma outra opção para o meio campo, mas deixou o clima de mistério no ar.
- Jogar com o Marcelo é uma possibilidade, mas eu prefiro não antecipar porque temos outras possibilidades diferentes do Marcelo e do Zen. Vou testar amanhã e depois vou ver o que acho melhor para definir esse parceiro do Cáceres – disse o treinador.
O treinador ainda analisou a apresentação do ataque sem a presença de Dinei, que dificilmente estará em campo. Com isso, Souza terá a função de ser o homem referência. Para o treinador, muda pouco, uma vez que o time está acostumado a jogar desta forma.
- Na realidade, a gente pode jogar da forma como a gente vinha jogando com uma homem de referência e possibilidade de usar dois jogadores de beirada. Não muda muito porque estamos acostumados. O trabalho maior era o contrário. Adaptar o time aos jogos homens de referência. Mas não vejo muita diferença do Souza para o Dinei. Os dois protegem bem, sabem fazer a parede e sabem fazer gol. Logicamente que quando jogam juntos, o Dinei sabe sair mais, jogar nas costas dos volantes e jogar mais no canto do campo – disse o treinador.
Fonte: Globo Esporte4