Faça sua Pesquisa Personalizada, coloque o que procura no Site dê enter ou clique em Pesquisar.
Esporte


Musas do Maranhão abrem casa das 13 mulheres antes de receberem Rio
Musas-do-Maranhao-abrem--casa-das-13-mulheres--antes-de-receberem-Rio
Elas são belas, simpáticas, talentosas e vivem juntas em um hotel que ficou conhecido como a "casa das 13 mulheres", uma referência à novela "Casa das 7 mulheres", exibida pela TV Globo em 2003. Pelo sonho de disputar a Superliga, as meninas do Maranhão aceitaram o desafio de defender a equipe estreante e esperam prolongar o contrato até a próxima temporada. As atletas vivem em um hotel na beira da Praia de Ponta D'Areia, em São Luís (MA), com vista para o mar e os coqueiros - segundo elas, o melhor por do sol da cidade. O clima é descontração nos quartos, corredores e no restaurante comum, com beijos, abraços, piadas e muita conversa. Algumas vivem em quartos individuais, outras dividem com uma ou duas companheiras. Apesar do bom convívio, nem tudo são flores. Algumas delas reclamam da falta de privacidade. Sair com o namorado e voltar na calada da noite, por exemplo, nunca passa despercebido.

O elenco tem apenas três atletas locais, Nyeme, Rayssa e Tulia, que vivem em casa com suas famílias. Na lanterna, com apenas duas vitórias em 14 jogos, elas buscam a reabilitação diante o Rio de Janeiro, nesta terça-feira, às 20h (de Brasília), no Castelinho, na capital maranhense.

A argentina Yael, uma das principais referências do Maranhão, se divide entre os treinos e compromissos com a equipe e a seleção da Argentina, onde passa parte da temporada. Antes de firmar o contra com a equipe, a levantadora atuou em clubes da Suíça, Alemanha, França, Áustria e do Azerbaijão. Natural de Buenos Aires, ela deixou o país vizinho há oito anos.

- Há dois anos recebo propostas de times brasileiros, mas tinha outros compromissos. Aceitei o convite de defender o Maranhão porque o time iria disputar a Superliga, uma das três ligas mais fortes do mundo, ao lado da Turquia e do Azerbaijão. Sou a terceira argentina na história do país a jogar na Superliga. Passo oito meses no Brasil e quatro viajando com a seleção. Eu adoro o Maranhão, só morava no inverno e sonhava em viver em um lugar de praia. Estou no paraíso. Não temos muita privacidade, mas é muito gostoso. A alegria e a energia das pessoas torna tudo mais fácil - disse a atleta de 28 anos, apontada como uma das mais bonitas da equipe.

Ex-jogadora do Osasco, Dani Suco vivia sozinha em um apartamento e avalia os pós e contras do dia a dia em um hotel.

- Esta é a primeira vez que eu moro com várias meninas e dentro de um hotel. Temos o privilégio de não nos preocupar com nada. Não precisamos cozinhar ou limpar, a gente come, deita e dorme. No dia seguinte, está tudo em ordem, roupinha lavada, quarto arrumado... O que falta é a privacidade. A nossa vida social fica muito exposta, todas acabam sabendo com quem a outra saiu, a que horas voltou... No início, era tudo flores. Agora, fica tudo mais estressante. Já imaginou três mulheres de TPM ao mesmo tempo? - perguntou, em tom de brincadeira.
 
Mosaico vôlei Maranhão (Foto: Carol Fontes)
 
 
 
 
 
Fonte: Globo Esporte

 

 

 

 

 


Mais esportes
22-07-2014 - Com idade avançada, nomes de 2010 podem ter chance em nova Era Dunga
22-07-2014 - Parcial do Armandão: Goulart decide outra vez e toma a liderança de Grohe
22-07-2014 - Cruzeiro iguala maior vantagem de um líder após 11ª rodada do Brasileiro
22-07-2014 - Corintianos estudam Bahia e tentam esquecer clássico contra o Palmeiras
21-07-2014 - Galeria Rio - Quinta-feira de surf no Arpoador
21-07-2014 - Surf: Tiago Pires defronta brasileiros na primeira ronda do Billabong Pro Tahiti
21-07-2014 - Phelps vai às finais de torneio e expectativa aumenta para Olimpíada do Rio
21-07-2014 - Príncipe encontra Cielo em BH em futura sede da Inglaterra nas Olimpíadas
21-07-2014 - Com 100kg, França tenta perder peso por novo título mundial: Vou secar
21-07-2014 - Campeão olímpico Ian Thorpe revela que é homossexual