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Esporte


Merecemos o respeito de todos, diz diretor do Mogi sobre confusão
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 Depois de ser notificado pela Liga Nacional de Basquete sobre a audiência do dia 4 de fevereiro, onde o pivô Daniel Alemão terá que prestar depoimento ao STJD sobre a confusão na partida entre Pinheiros e Mogi das Cruzes, no primeiro turno do Novo Basquete Brasil, o diretor mogiano, Ewerton Komatsubara, disse que a diretoria pinheirense acusou formalmente o Mogi por uma alegada falta de segurança no Ginásio Hugo Ramos, onde o time manda suas partidas no NBB, e palco da 'polêmica da tampinha'. Komatsubara ainda afirmou que tomará providências após a audiência, uma vez que os mogianos 'merecem o respeito de todos'.

- No dia 4 vamos mostrar as coisas e encerrar este assunto, provando que estamos dentro do padrão que a Liga exige. Depois vamos resolver internamente que passo daremos em relação as acusações. Não tem ninguém dormindo no ponto, estamos atentos a tudo e a todos. Vamos defender nossa cidade e nossa torcida, que respira basquete e acompanha em peso o time. Vamos seguir neste caminho, doa a quem doer - disse o diretor, que emendou:

- Assim como temos o projeto esportivo, que vem evoluindo, também cuidamos da parte administrativa. Ficamos atentos a isso e não queremos deixar nada solto, porque merecemos o respeito de todos.

A polêmica na partida em que o Pinheiros bateu o Mogi das Cruzes por 88 a 80 se deu quando, após a marcação de uma falta, o delegado da partida encontrou uma tampinha, que teria sido arremessada na quadra pela torcida mogiana. Porém, o pivô mogiano Daniel Alemão afirmou que os próprios jogadores do banco de reservas do time da capital lançaram o objeto.

 A partir daí os torcedores do Mogi se revoltaram e o clima quente das arquibancadas passou também para a quadra, onde atletas e comissões técnicas começaram uma grande confusão, que, por pouco, não gerou uma briga generalizada.

- A Liga já tem as imagens do jogo. Não vou me posicionar porque isso pode trazer algum problema. Vamos provar que nossa arena é sim segura, com 10, 12 seguranças particulares, coisa que não existe em todos os ginásios do Brasil. Em menos de cinco minutos tivemos um aparato polical no entorno do ginásio para escoltar os jogadores do Pinheiros até o ônibus. Temos de seguir o regulamento, e lá consta que o mandante deve oferecer pelo menos 10 seguranças mais a polícia militar na arena. Estamos cumprindo com nossa obrigação - falou Komatsubara.
 
 
 
 
 
 
Fonte: Globo Esporte

 

 

 

 

 


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