Faça sua Pesquisa Personalizada, coloque o que procura no Site dê enter ou clique em Pesquisar.
Esporte


Melbourne assina acordo de cinco anos e estende contrato até 2020
Melbourne-assina-acordo-de-cinco-anos-e-estende-contrato-ate-2020
Os organizadores do Grande Prêmio da Austrália, em Melbourne, assinaram um acordo com a Fórmula 1 para se manter no calendário da categoria pelo menos até 2020. O contrato anterior valia até a temporada do ano que vem. De acordo com a organização, o negócio foi fechado com a Formula One Management (FOM) na semana passada, em Londres.
 
O governador de Victoria, Denis Napthine, acredita que Melbourne agora pode se reunir em torno da carreira de Daniel Ricciardo, principalmente depois das vitórias do piloto no GP do Canadá, em junho, e no GP da Hungria, na semana passada.
 
- Dentro desse contrato esperamos ver o australiano Daniel Ricciardo ganhar o GP da Austrália e se tornar campeão mundial.
 
Em 2015, o GP da Austrália seguirá abrindo a temporada da Fórmula 1, no dia 15 de março. O circuito de Albert Park, em Melbourne, sedia uma etapa da categoria desde 1996, quando substituiu Adelaide como sede da prova australiana.
 
 
 
Fonte: Globo Esporte

 

 

 

 

 


Mais esportes
04-02-2014 - Após ficar sem adversário, Raphael Assunção faz desafio a Renan Barão
04-02-2014 - Renan Barão revela que não esperava vitória tão rápida diante de Faber
04-02-2014 - Com Fahel suspenso, Rafael Miranda se coloca à disposição de Marquinhos
04-02-2014 - De volta, Luiz Gustavo diz que está pronto para ser o coringa do Vitória
04-02-2014 - Piqué diz que expulsão de CR7 foi duvidosa: Não foi uma agressão
04-02-2014 - Corinthians descarta debandada, mas se mexe para evitar insegurança
04-02-2014 - Em grande fase no Bayern, Dante e Thiago ganham apelidos da torcida
04-02-2014 - Roberto diz que Bom Senso planeja paralisar o Paulistão: Hora de mudar
03-02-2014 - Sesi reage no ritmo de Lucarelli, vira sobre Campinas e confirma liderança
03-02-2014 - Osasco será sede do Sul-Americano, e Sesi, vice da Copa Brasil, herda vaga