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Esporte


Massa e Bottas apontam desgaste de pneus como ponto fraco da Williams
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Apesar da rivalidade cada vez mais acirrada dentro das pistas, Felipe Massa e Valtteri Bottas concordam em pelo menos uma coisa sobre o GP do Bahrein. A dupla da Williams aponta o desgaste dos pneus traseiros como maior fraqueza do FW36. De acordo com os pilotos do time de Grove, a falta de pressão aerodinâmica na traseira também comprometeu o potencial do carro.

- Nós brigamos com a Force India durante toda a corrida, mas eles foram muito superiores a nós na utilização dos pneus traseiros. E eles conseguiram fazer apenas dois pit stops, enquanto nós não fomos capazes disso. Ainda há muito para melhorarmos no carro, porque nós vimos carros que estão aptos a fazer apenas duas paradas durante as corridas - analisou Massa.

- O desgaste dos pneus, especialmente os traseiros, foi muito maior do que esperávamos. Nós realmente estávamos visando uma estratégia de duas paradas, mas tivemos que mudar para três muito cedo, e isso realmente fez a diferença no final, principalmente após a entrada do safety car. Parece que os carros da Force India tinham mais tração nas saídas das curvas - completou Bottas.

A briga com os carros da Force India tomou boa parte da corrida da Williams, mas a entrada do safety car após o acidente entre Pastor Maldonado e Esteban Gutiérrez beneficiou os rivais de Massa e Bottas, que puderam economizar pneus. O brasileiro acabou então em sétimo, e o finlandês ficou com o oitavo lugar, atrás também das RBR de Daniel Ricciardo e Sebastian Vettel. O mexicano Pérez ficou em terceiro e completou o pódio dominado pelas Mercedes de Lewis Hamilton e Nico Rosberg.

No Bahrein, o time inglês teve a estreia do ex-engenheiro de prova de Massa na Ferrari, o britânico Rob Smedley. Agora ocupando o cargo de Chefe de Performance de Veículo, o especialista se mostrou "razoavelmente satisfeito" com o resultado, mas acredita que a aerodinâmica não é a única área que necessita de melhorias.

- É muito importante que nós não estejamos preocupados com apenas um aspecto. É uma fórmula aerodinâmica, mas precisamos olhar para centenas e até milhares de outros detalhes minuciosos. Sem o safety car, nós teríamos terminando em uma posição melhor, mas isso acontece na F-1. Com a estratégia que fizemos, posso dizer que estou "razoavelmente satisfeito" - disse Smedley.

A Fórmula 1 volta daqui a duas semanas com o GP da China, dia 20 de abril. A TV Globo transmite as emoções da prova ao vivo às 4h da manhã (horário de Brasília), e o GloboEsporte.com acompanha em Tempo Real.
 
 
 
 
 
Fonte: Globo Esporte

 

 

 

 

 


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