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Esporte


Kevin relata encontro com ex-técnico Tavares: Nem me cumprimentou
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Kevin Souza foi cumprimentado por muitos fãs após sua vitória sobre Mark Eddiva no TUF Brasil 3 Final, neste sábado em São Paulo - até pelo próprio adversário. Porém, não recebeu o cumprimento de uma pessoa que o ajudou a chegar ao UFC: Thiago Tavares, lutador da organização e seu ex-técnico. O peso-pena relatou na entrevista coletiva pós-evento os momentos constrangedores com o ex-companheiro de equipe na cidade.
 
Kevin treinava na academia de Tavares, em Florianópolis, quando fez sua primeira luta no Ultimate, em setembro do ano passado, uma vitória sobre o paulista Felipe Sertanejo. Todavia, quando Kelson Pinto, treinador de boxe da equipe, deixou o Team Tavares, Kevin deixou a equipe junto com ele. Nesta semana, os dois se cruzaram no hotel que hospedou os lutadores do UFC - Thiago Tavares estava no evento como córner do peso-médio Marcio Lyoto e do peso-meio-pesado Fábio Maldonado.
 
- Eu moro em Florianópolis, então encontros (com Thiago) acabam acontecendo. A gente se viu no hotel, infelizmente ele não fez questão nenhuma de me cumprimentar, mas eu não tenho nenhum ressentimento e torço por ele - disse Kevin.
 
Se não machucou a consciência ou a auto-estima, o peso-pena saiu com a mão direita machucada do combate contra Mark Eddiva. O mesmo aconteceu em sua primeira luta no UFC, mas, desta vez, afirmou não haver fratura. Ele ainda brincou dizendo que a culpa é de seu técnico, pois deve estar batendo de forma errada.
 
- Não deu nada. Acredito que seja só um inchaço de leve mesmo, nada de mais. Acho que é voltar para casa e botar um gelo que vai estar tudo certo. Falei que é culpa do Kelson (Pinto, seu treinador de boxe) isso aí. Estou batendo errado (risos). Tem que corrigir isso para não estar quebrando a mão - afirmou.
 
Kevin também comentou a polêmica interrupção do árbitro, que parou o combate e decretou nocaute técnico no final do segundo round, quando o brasileiro desferia uma série de socos em Eddiva, que não se defendia, mas ainda estava de pé.
 
- Ele tomou uma mão embaixo e meio que saiu de lado, tentando correr. Ele já havia tomado muita mão, então o árbitro interrompeu. Ele simplesmente ficou passivo, não respondia à mão mais, estava aceitando. Acredito que, para não machucar mais o cara, o árbitro achou melhor interromper. Quanto antes ele parar é melhor para mim, né (risos)? - concluiu.
 
 
 
 
 
 
Fonte: Combate

 

 

 

 

 


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