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Brasileiros e americanos prometem pegada forte no Jogo das Estrelas
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A rivalidade entre as equipes Brasil e Mundo no Jogo das Estrelas foi o ponto alto da coletiva do evento, na tarde desta quinta-feira, em Fortaleza. Ao lado presidente da Liga Nacional de Basquete (LNB), Cássio Roque, e do secretário de esportes e lazer de Fortaleza, Márcio Lopes, os representantes das duas equipes afirmaram que, apesar do caráter festivo da partida, ninguém vai deixar a quadra sem marcar mais forte ou se arriscar para vencer. O formato, utilizado nas últimas três temporadas, também foi exaltado por ter dado mais qualidade e empolgar a torcida nas arquibancadas.
 
- Eu tenho certeza de que vai ser uma festa. Mas nós (NBB Brasil) vamos querer ganhar. Aqueles últimos dez minutos do jogo são os mais disputados - afirmou Nezinho, armador do Brasília.
 
Para o pivô do Basquete Cearense, DeVon Hardin, o formato também ajuda a dar mais credibilidade ao jogo.
 
- É a primeira vez que jogo no Brasil e não conhecia um evento com este formato. Eu acredito que reforçar a disputa e poderemos ter um bom jogo com isso - disse o pivô de 2,10m, um dos desafiantes do ala Gui Deodato no torneio de enterradas.
 
 Atualmente, o time brasileiro está em vantagem com o placar de 2 a 1. Mas, se depender da empolgação do ala Desmond Holloway, o NBB Mundo vai empatar a disputa em 2014.
 
- Estávamos conversando no hotel e vamos chegar junto mesmo. Tem o aspecto da festa, mas a gente vai querer ganhar este jogo - pontuou.
Do outro lado, o ala/pivô Murilo, do Bauru, destaca a importância do aspecto festivo da partida, mas afirma que a disputa em quadra não será deixada de lado.
 
- Eu acho que este formato ficou muito bacana e tornou o jogo muito mais interessante. Existe uma certa rivalidade mesmo. E o melhor de tudo é que as duas equipes querem ganhar - cravou o jogador mais valioso em 2012.
 
Outro assunto abordado durante a coletiva foi uma possível volta de Marcelinho Machado à seleção brasileira que disputará o Mundial da Espanha, entre agosto e setembro. Assistente do técnico argentino Rubén Magnano e comandante do ala rubro-negro, José Neto não deu muitas esperanças ao torcedor brasileiro.
 
 
- Eu já respeitava o Marcelinho antes de ser seu treinador e hoje o respeito muito mais por seu caráter e profissionalismo. Ele tomou a decisão de se aposentar da seleção há algum tempo e pelo que conversamos acho difícil que ele volte atrás - afirmou.
Mas pode ser que o próprio treinador rubro-negro seja surpreendido.
- Prefiro não falar sobre esse assunto. Ainda não é o momento - desconversou o próprio Marcelinho.  
 
 
Com tanta promessa, o torcedor que for aos dois dias de Jogo das Estrelas, no Ginásio Paulo Sarasate, deve encontrar motivos suficientes para vibrar nas arquibancadas.
 
Ao lado do presidente da LNB, Cássio Roque, e do secretário de esportes e lazer de Fortaleza, representantes das duas equipes participaram da entrevista coltiva do Jogo das Estrelas (Foto: Caio Casagrande)
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fonte: Globo Esporte

 

 

 

 

 


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