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Esporte


Alonso aponta Trulli e Fisichella como seus companheiros mais fortes na F-1
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Apesar de não ter vivido os tempos áureos da Ferrari, Fernando Alonso se destacou na escuderia italiana pela supremacia exercida sobre seus companheiros - primeiro com o brasileiro Felipe Massa, de 2010 a 2013, e atualmente com o finlandês Kimi Raikkonen. Entrevistado por um programa do time de Maranello na internet, o bicampeão mundial destacou os parceiros da época da Renault, os italianos Jarno Trulli e Giancarlo Fisichella, quando foi questionado sobre o companheiro mais forte que teve ao longo da carreira.
 
- É uma pergunta difícil. Todos foram muito diferentes, com seus pontos fortes e fracos, mas sempre me fizeram dar o meu máximo, porque eram muito competitivos. Me lembro de Trulli, que foi o melhor para os treinos classificatórios entre todos os meus companheiros. E também Fisichella, que durante duas temporadas na Renault, quando ganhamos o Mundial de Construtores, estava sempre no topo, era um piloto muito completo. Tive Massa e agora Kimi, então não é fácil escolher apenas um. Todos me ajudaram e aprendi com todos. Todos tinham algo especial - disse Alonso.
 
Ao ser perguntado sobre o adversário mais difícil que já enfrentou na Fórmula 1, o espanhol apontou o heptacampeão Michael Schumacher, que também se tornou um ícone da história recente da Ferrari. No início de sua carreira na categoria, ele presenciou o domínio implacável exercido pelo alemão e a escuderia italiana na primeira metade dos anos 2000. E foi justamente Alonso o responsável por quebrar a incrível sequência de títulos de Schumi, com os dois campeonatos conquistados com a Renault, em 2005 e 2006. 
 
- O adversário mais forte que tive na Fórmula 1 foi Michael. Em meus primeiros anos na F-1, ele dominava completamente, e isso durou até 2005. Ele estava em outro nível. Com Michael, nunca era fácil. Então, tive a oportunidade de enfrentá-lo, nas mesmas condições, durante duas temporadas, e ele era sempre capaz de fazer algo especial. Algo além do que você esperava, e mais do que o carro permitia. Era sempre necessário ter uma atenção especial com Michael.
 
Alonso também falou sobre os ídolos do passado, e destacou o austríaco Niki Lauda, o brasileiro Ayrton Senna e o francês Alain Prost como alguns dos nomes que gostaria de ter enfrentado nas pistas da Fórmula 1. O espanhol ressaltou o desejo de encarar as lendas da categoria ao volante dos carros antigos, que marcaram época em algumas das corridas mais notáveis da história do automobilismo mundial.
 
- Há muitos grandes nomes na história da Fórmula 1. Geralmente falamos de grandes campeões, como Niki Lauda, Ayrton Senna, Alain Prost, esses caras que ganharam muitas corridas no passado. Se pudesse, eu gostaria de enfrentá-los com os carros antigos, aqueles com os quais eu brincava quando era menino, quando eles eram nossos ídolos. Acho que todo mundo gostaria de ter essa oportunidade. 
 
Mesmo tendo poucas chances de brigar pelo título desta temporada, Alonso está dando um banho no companheiro Kimi Raikkonen, com resultados superiores aos do finlandês em todas as 11 etapas disputadas até agora. Com 115 pontos e o quarto lugar no Mundial de Pilotos, ele se prepara agora para o GP da Bélgica, que marcará o retorno da Fórmula 1 após as tradicionais férias de meio de ano. O bicampeão mundial nunca venceu em Spa-Francorchamps - foi 2º em 2005 e 2013, e 3º em 2007.
 
 
 
 
 
 
 
 
Fonte: Globo Esportre

 


 

 

 

 

 


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