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À espera do 9, Marquinhos mostra confiança na dupla Rhayner - Maxi
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Após oito jogos na temporada e nove gols marcados, o Bahia ainda espera por um camisa 9. Depois de anunciar o chileno Sebastián Pinto, o Tricolor viu a negociação se transformar em uma novela com final nada feliz. Nos últimos dias, o atacante Deivid virou o nome da vez, mas também não acertou com o Tricolor. Enquanto o homem-gol não chega no Fazendão, o técnico Marquinhos Santos se vira como pode. A atual dupla de ataque é formada por dois recém-chegados ao clube, Rhayner e Maxi Biancucchi. Apesar de características semelhantes, a dupla tem agradado ao treinador do Bahia.   

Nesta sexta, Marquinhos elogiou Rhayner, que chegou ao Bahia no começo do ano e já marcou três gols. O treinador destacou que fez questão de contar com o jogador. O técnico ainda falou sobre os ajustes de posicionamento que precisou fazer para que Rahyner passasse do atacante que não marcou gols em todo Brasileiro de 2012 para o goleador do Bahia em 2014.  

- O Rhayner é um jogador que acompanho faz tempo. Sei do potencial. Fiz questão de trazê-lo. Foi muito poder de persuasão para ele vir para o Bahia. Ele tinha outras opções, mas entendeu que tínhamos um trabalho a ser desenvolvido. A diretoria comprou a ideia. Penso que foi um bom reforço. Tive apenas que trabalhar a questão de posicionamento para ele desenvolver essa questão de goleador – disse.  

O treinador também contou que o argentino Maxi Biancucchi também está passando pelos mesmos ajustes de posicionamento. Além de elogiar o jovem Zé Roberto, da base.  

- Estamos trabalhando o Maxi também. Tenho certeza que ele vai se ajudar. Não tenho dúvidas disso. O Zé Roberto também. Infelizmente a lesão atrapalhou, mas ele sabe fazer gol – disse.  

O argentino é uma das preocupações do treinador. Maxi ainda não marcou gol, mas tem recebido atenção especial. O treinador explicou a substituição do jogador, no último jogo, que causou a ira da torcida.

- Tenho conversado quase que diariamente com o Maxi. Tenho feito um planejamento físico para ele. No último jogo ele ainda não suportava 90 minutos. Por isso o processo de levá-lo ao máximo fisicamente sem correr o risco de lesões. Estava planejado jogar 65% do jogo. É normal a torcida não entender o planejamento por não fazer parte diariamente do clube. Com o passar dos jogos, vai entender melhor a estrutura de trabalho e compreender essa questão. O Maxi dispensa comentários. Tenho total confiança nele, e no momento certo ele vai fazer o gol e somar cada vez mais ao time do Bahia – disse.
 
 
 
 
 
Fonte: Globo Esporte

 

 

 

 

 


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