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Esporte


A dois anos dos Jogos, seleção quer dar um passo firme no Mundial
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A cabeça trabalha no presente. Bernardinho está preocupado com o próximo treino, com o que pode fazer para que a equipe evolua mais um pouco. A exatos dois anos da disputa das Olimpíadas do Rio, o técnico da seleção diz não gostar de pensar muito lá na frente. A medalha nos Jogos em casa depende do treinamento de hoje. É assim que trabalha. Ainda carrega bem viva a lembrança da final da Liga Mundial. A derrota para os Estados Unidos provocou uma semana de insônia e trouxe lições preciosas para a preparação visando ao Mundial da Polônia, de 30 de agosto a 21 de setembro.
 
- Temos que lutar pela medalha em 2016, que é a nossa missão. Vamos jogar em casa e vai haver cobrança. E são tantas coisas que acontecem no entorno, que teremos que lidar com tudo, resistir e manter o foco. Minha motivação passa por um bom treino.  Estados Unidos, Rússia, Sérvia, Polônia e Itália também podem brigar pela medalha de ouro aqui. Cada vez mais tempos concorrência e mais dura.  Não consigo pensar dois anos ou dois meses à frente. Cada passo tem que ser dado da melhor maneira possível. E neste momento, estamos nos concentrando em como dar um passo a mais para estar de novo no alto do pódio - disse.  
 
É lá que o grupo quer estar no dia 21 de setembro, comemorando o inédito tetracampeonato do mundo. E desta vez, querendo passar bem longe do sufoco que viveu durante a classificação da Liga Mundial, quando a ida à fase final pareceu, por vezes, improvável. A superação mostrada pelos jogadores num momento tão difícil foi uma resposta positiva para Bernardinho.
 
- Nós fizemos uma reunião, conversamos longamente sobre essa questão de como conseguimos sair daquela situação e chegamos a um excelente nível na decisão e também por qual motivo perdemos na final. Cada um tem que ter um questionamento interno. Temos que entender que, se perdeu um ponto, tem que seguir em frente e não deixar o adversário perceber o abatimento pelo erro. Temos que responder bem à pressão. Não vamos ganhar sempre, mas quando eles foram colocados em xeque ouviram e leram coisas duras e ainda assim conseguiram sobreviver. Tiramos a cabeça para fora da lama. Chegamos à decisão, que era um objetivo, mas ficamos decepcionados por termos perdido. E ficamos pensando naquela derrota. Faz parte, mostra que não aceitamos passivamente. Se perdemos agora, não vai ser pelas mesmas razões dali.  Se conseguirmos medalha num Mundial tão exigente, a primeira resposta é o trabalho em grupo. O importante é sermos um time, termos 12 jogadores efetivos.
 
As palavras do técnico são endossadas por Bruninho. Para o levantador, a força do conjunto é que fará a diferença daqui em diante.
 
- Temos que ter um time muito homogêneo, com todos preparados para entrar quando for feita a troca. Estamos fazendo os ajustes e sabemos também que precisamos melhorar nosso saque. É ali que começa o jogo. Não dá tempo para cometer deslizes. 
 
Sobre os Jogos de 2016, o capitão espera que o final seja feliz. Depois das duas pratas, em Pequim 2008 e Londres 2012, quer dar a elas a companhia de um ouro. 
 
- Ainda falta muito tempo para as Olimpíadas. Sabemos que a responsabilidade será grande, que as pessoas vão apostar no vôlei para ganhar medalhas. E esse é o título que falta para nós. Temos que pensar em nos preparar bem. 
 
Na próxima semana, a seleção fará três amistosos contra a Argentina, no CT de Saquarema. No dia 17 de agosto, embarca para a Polônia, onde deverá fazer mais jogos preparatórios antes da estreia no Mundial contra a Alemanha, no dia 1º de setembro. 
 
 
 
 
Fonte: Globo Esporte

 

 

 

 

 


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