Luiz Zanon, desde que chegou ao São José Basquete no meio da última temporada, deixou claro: quer cuidar apenas da parte técnica. Bastidores e contratações são assunto para o diretor Inácio Messias e para a Organização Social que gere a modalidade em São José dos Campos, no interior paulista.
Diante da redução de orçamento do basquete joseense de R$ 6 milhões para R$ 4,5 milhões, o técnico prefere não falar publicamente. O técnico afirma que, em reunião recente, apenas pediu a manutenção do máximo número de jogadores possíveis do elenco.
- Entreguei uma lista com as prioridades técnicas que são importantes. Pedi para que ficassem o maior número de jogadores possível. Mas quanto custa, vai ser questão do Inácio (Messias, diretor). Ficou muito bem definido que cada um faria uma parte. A parte de contratações, financeira, estes acertos ficou na mão do Inácio. Eu só falei que queria os melhores atletas dentro do orçamento - disse o técnico.
O comandante afirma que terminou a temporada satisfeito com o desempenho de seus atletas. A Águia conseguiu "varrer" Brasília nas quartas de final após várias turbulências internas. Na semifinal, foi derrotado pelo Paulistano em cinco jogos. Mas devido à redução do orçamento e a valorização de alguns atletas como Manny Quezada e Jefferson, haverá dificuldade.
O ala-pivô Jefferson, por exemplo, tem proposta de Bauru e afirmou que irá definir seu futuro nos próximos dias. Já Quezada aproveita férias nos Estados Unidos e tem ofertas de equipes brasileiras e de outros países.
