Não deu para o Basquete Cearense. No segundo ano de sua história, nova eliminação nos playoffs, desta vez para o Bauru de Murilo, Gui Deodato, Larry Taylor e companhia. Três partidas e três derrotas para os paulistas. Para o capitão da equipe, o ala/pivô Felipe Ribeiro, o sentimento é de vazio.
- A gente lutou muito no começo e no final. É muito difícil fazer basquete no Nordeste. Tenho orgulho de representar esse estado. É muita honra representar o povo cearense. Poderíamos ter ido além, mas o que fica é um sentimento de vazio. A gente tem que pedir desculpas ao povo cearense. Lutamos para ter um resultado melhor. A equipe do Bauru está aí há muitos anos fazendo basquete. Uma hora a nossa hora vai chegar - afirmou.
A renovação do patrocínio master com a equipe cearense ainda é incerta. No entanto, Felipe garante que, em caso de renovação, segue no time.
- Eu não saio mais daqui. A minha vontade é de continuar, caso haja a renovação de patrocínio, minha prioridade é ficar aqui. Eu não saio daqui por nada - cravou.
A opinião é compartilhada pelo técnico Alberto Bial. Mesmo com a derrota no último jogo, o comandante do esquadrão cearense avaliou de maneira positiva a temporada do time.
- Montamos equipe de base, revelamos jogadores, técnicos. Plantamos uma sementinha e infectamos o estado com o basquete. Não é possível fazer uma avaliação em um jogo que saímos derrotados por um ponto, apenas. O balanço que eu posso fazer é que a nossa temporada foi positiva. E sobre sair? Só saio daqui se me matarem - declarou.