Embalado por nove vitórias consecutivas no NBB, Brasília busca o décimo triunfo nesta quinta-feira, às 20h. O adversário da noite é o São José, sétimo colocado, que vem de uma vitória sobre Franca e quer embalar no torneio. Protagonistas de grandes jogos em fases finais da competição, as equipes disputam este clássico no ginásio da ASCEB, no Distrito Federal, com objetivos distintos na reta final da primeira fase.
Os candandos chegam ao jogo na vice-liderança do NBB, com 72,4% de aproveitamento. Em 29 jogos disputados, venceram 21. Agora, para os próximos três restantes da fase de classificação, a meta é se manter na segunda colocação, já que o Paulistano vem logo atrás com campanha idêntica. Para o embate contra os joseenses, a principal arma da equipe segue sendo o ataque. Nesta edição do nacional, Brasília tem a melhor média de pontos: 87,1 por partida.
– A nossa consistência defensiva vai nos permitir ditar o ritmo e levar o jogo para o rumo que quisermos. Também vamos tentar neutralizar as principais armas ofensivas deles e executar nosso plano de jogo – disse o armador uruguaio, Martín Osimani, em entrevista ao site da Liga Nacional de Basquete.
Com 59,3% de aproveitamento, o São José entra em quadra em busca de uma vitória para melhorar a classificação e, consequentemente, manter uma regularidade de triunfos. Enquanto Brasília teve nove vitórias nos últimos nove jogos, os joseenses venceram cinco e perderam quatro. Para o confronto, o técnico Luiz Zanon tem o desfalque do ala Alex, com dores na panturrilha. O pivô Caio Torres, com resfriado, é dúvida para o duelo. O comandante joseense aponta os pontos fortes de Brasília e destaca a inteligência como chave para vencer os candangos.
– Eles são muito difíceis de serem batidos em casa, mas temos que ir em busca do nosso objetivo. Conseguimos treinar e preparar bem o time nesta semana. Espero uma boa aplicação tática e um jogo inteligente da nossa parte. Não quero enfrentá-los na parte física, porque sei que eles são muito fortes. Creio que um jogo de velocidade não vai nos ajudar muito. Precisamos desestruturar o que Brasília tem em quadra – analisou Zanon.
Fonte: Globo Esporte