Elementos pequenos, aparentemente pouco importantes para o espetáculo, devem ser reinseridos na Fórmula 1. As equipes, segundo o site Autosport, estão avaliando com carinho algumas ideias para incrementar a estética das disputas, como o retorno da faísca e dos discos de freio incandecentes.
GP Brasil de 1988. Naquele tempo, ondulações no asfalto produziam muita faísca (Foto: Getty Images)
- Os fãs precisam vir a uma corrida e se arrepiarem. Coisas como faíscas e fumaça fazem parte desse pacote - argumenta Derek Warwick, presidente do Clube dos Pilotos Britânicos (BRDC), que considera que as mudanças deveriam ser tratadas sem alarde.
- São coisas que não precisam ser ditas. É o tipo de ação que deveria estar indo para a Espanha (local da próxima prova) e surpreendendo o público.
A faísca deixou de ser parte integrante do espetáculo desde o fim do uso do titânio no assoalho dos carros, em 1994. As peças passaram a ser feitas de madeira para que fossem obtidos benefícios aerodinâmicos para os carros.
Essas mudanças entrarão num pacote que será discutido por uma comissão das equipes. Itens como a redução da duração das provas, o reinício das corridas após a entrada do safety-car e o uso da tecnologia visando a redução ainda maior do tempo dos pit-stops também estão na pauta.